domingo, 12 de abril de 2009

Uma cruz e um túmulo vazios. E a morte das minhas impossibilidades!

"Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor." Rm 6:9-11

Eu amo a ideia da morte, tal como a Páscoa me lembra e propõe.
A morte fala do fim das minhas lutas contra aquilo que é impossível - viver em paz comigo mesmo, com as pessoas e com Deus. O fim de toda tentativa de ser o camelo tentando passar pelo fundo da agulha. O fim das minhas tentativas religiosas de comprar o favor de Deus.
Mas a morte também revela a graça, essa, revelada em Cristo e pelo que, por mim, fez na cruz. Morreu ele e todos os que crêem, pendurando naquela cruz toda essa tentativa de conseguir o que não é dado ao mortal e corruptível. E ressuscitamos juntos, para uma nova vida.

Nós podemos. A morte já não nos domina nem amedronta.
A cruz está vazia, o túmulo também, posto que não foi capaz de segurar aquele que foi destinado desde a eternidade - o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Essa é precisamente, a essência da fé cristã. Sem ela, tudo é vão - a nossa fé e a nossa vida.
Viva a Páscoa!

2 comentários:

_SunFlower_ disse...

" O fim de toda tentativa de ser o camelo tentando passar pelo fundo da agulha." =) Muito bom...

Ana Ramalho disse...

Sem a graça de Deus a nossa vida seria uma desgraça.