sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sem fé e sem amor II - a pena!

Sugestão de Turismo...

Achei o lugar ideal para onde enviar os pedófilos em geral - dos tarados de capacetes azuis da ONU, aos funcionários que desonram as ONGs que servem e os que abusam da inocência de crianças. Inclusive aquele conhecido cantor de fado português que, defendendo alguns criminosos seus amigos indiciados no processo Casa Pia (aqueles a quem faria toda questão de incluir na lista), fêz aquela declaração absurda, como que querendo diminuir o peso do crime injustificado e insano contra crianças que aliás estavam sob a tutela do estado - "aqueles rapazes abusados, sabiam o que estavam fazendo". Por falar nisso, podíamos incluir os responsáveis, na época por aquela instituição, já que até o presente, o estado não foi ainda responsabilizado por anos de abusos de cidadãos sob a sua guarda.
Ah! E o corte do "coiso", teria direito a muito álcool para desinfectar. E SEM ANESTESIA!!!


Copiráite by Silvia, minha querida amiga algarvia (espero que ela não cobre os direitos do uso da sua imagem, rsrrsrsrs)!









Sem fé e sem amor!

"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará." (Mt 24:12)

Parem o mundo que eu quero descer!!!!
Em relatório vergonhoso, a Save the Children, divulgou há dois dias que os soldados das forças de manutenção da paz da ONU e funcionários de O.N.G.s, estariam a abusar de crianças (algumas com apenas 6 anos de idade!) em vários países - do Haiti, na América Central ao Sudão e Costa do Marfim, em África. Ou seja, quem deveria protegê-las, usam (e abusam) da proximidade a comunidades esfomeadas, perseguidas, esquecidas e compram-nas, utilizam-se delas (com doces, moedinhas e outros géneros). Ao invés de servirem-nos, usam os pobres e desesperados.
Haverá mesmo fé na terra daqui a nada? Haverá ainda amor quando o Senhor voltar?
A coisa fica ainda pior, quando vemos as próprias comunidades da fé, a girarem em torno delas próprias em projectos que só dizem respeito os interesses do seu umbigo. Sem paixão pelo outro, sem choro pelos que se perdem, sem oferecerem-se a si mesmos para que esse mundão seja transformado.
O amor leva-nos, não aos sentimentos, mas às acções. Fé é algo prático. E fé, sem amor, é só exercício de coreografia religiosa e serve somente aos nossos propósitos egoístas. A igreja precisa se levantar. Enquanto é tempo...
Maranata, Senhor... e rapidinho!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ainda há fé? Mesmo?...


"...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?" Lc 18:8
Divulgou-se-se esta semana, que Portugal tem a maior desigualdade entre ricos e pobres dentre os estados membros da comunidade europeia (e maior até que os EUA), segundo o Relatório Sobre a Situação Social 2007, de Bruxelas. Ou seja, temos cada vez mais uma minoria, de ricos e cada vêz mais pobres na grande massa de cidadãos.
Se isto não bastasse, há duas semanas atrás (segundo dados da Polícia Judiciária) apurou-se que, somente nos três primeiros meses deste ano, este país de "brandos costumes" (que em 2005 foi tido e achado como "o povo mais irritado da Europa", segundo a Euro Sondagem) igualamos o número de casos de crimes passionais acontecidos durante todo o ano passado.
Segundo a Amnistia Internacional, em relatório divulgado dia 28, a nossa polícia continua a bater forte e feio, a desreitar direitos - e sendo campeões ainda nos mau-tratos a mulheres - figurando numa galeria nada digna de polícias de países violentos e corruptos.
E o que fazemos nós, a igreja?
Não bastasse a "Maná-ponto-com", continuar a amaldiçoar com as pragas vetero-testamentárias os desafetos e os que teimam em desobedecer os "divinos" líderes, ao ponto de chamar para si, ou melhor, para as maldições do "apóstolo", a responsabilidade pela morte de quase 3 dezenas de vidas inocentes na derrocada recente do prédio do Ministério da Justiça de Angola, em Luanda, por este estar a causar dissabores à organização.
E tem mais: os bispos da "Universal S.A." fazem sacrifícios, em directo e ao vivo pela TV - pagos pelos fiéis em busca de bênçãos - em sofridas escaladas ao "mais alto pico de Portugal" (com a ressalva feita por um desses "sacerdotes" que este, localizado nos Açores, é bem mais alto até que o Monte Sinai!). Ou seja, o sacrifício de Cristo já não anda bem cotado na bolsa da fé...
Mas o que fazemos nós, a igreja, especialmente a reformada-evangélica-bíblica? Corremos a manifestar o Reino? Morremos para nós e o nosso conforto, como nos chamou a fazer o Senhor? Ao invés dos planos da compra do novo carro e do aumento da casa, temo-nos santificado a buscar o serviço aos outros como devemos fazer ao Senhor?... temos nós investido em missões, temos pensado sequer em alargar as fronteiras do Reino? Suspeito que não...
Alô pastores, líderes e cristãos que se chamam pelo bom nome do Senhor!
Lembro-vos que somos ainda 0,9% da população e com um crescimento infinitamente menor do que os 20 mil que se converterão no dia de HOJE na África Sub Sahariana, aqui bem ao lado... (dados do World Christian Data Base e TWR).
Como diria a letra de Pannis et circenses, uma música de Caetano e Gil, de 1968: "Mas as pessoas na sala de jantar, mas as pessoas na sala de jantar, estão ocupadas em nascer... e morrer".
Maranata, Senhor!!! Aliás, antes que não reste nadica...