sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Um cartoonzinho saudosita!

Eu tenho saudade quando todos éramos iguais perante Deus - sacerdotes dEle, com acesso livre a sua presença, através do único mediador, Cristo Jesus.

"Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;" 1 Pe 2:9

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Afinal, quem sou eu (por mim próprio!)?...

Nascido no Brasil, tem a dupla cidadania - Italiana e brasileira, embora, pelo tanto de bacalhau que comeu e os vinhos que tomou, já se considera um lusitano de origem comprovada e região demarcada.

Já foi professor universitário por 17 anos, consultor de Marketing e Comunicação para empresas e publicitário de origem. Por conta das suas convicções religiosas, filosóficas e outras, a não aguentar a vida de "vender sabonete para quem não gosta de tomar banho", gastou boa parte dos anos que Deus lhe deu a criar, gerir e promover campanhas de carácter comunitário e social. Teve o orgulho (disfarçado, posto que isso não é coisa que um cristão carregue sem penitência) de ser Coordenador da cidade de Uberlândia -Minas Gerais, da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria e Pela Vida - o maior movimento social da história, com mais de 60 milhões de pessoas envolvidas nas suas campanhas pelo Brasil - para além de ter participado da fundação do seu Fórum Nacional, em Brasília.

Como cristão convicto, Rubinho, "agarrado pelo amor de Deus", bebeu teologia e acordou pastor de uma comunidade cristã evangélica. Define-se como uma mente reformada, segundo os ideais da Reforma Protestante, calvinista de esquerda e, por conta de um acidente, manca da perna direita.

Apesar da carreira religiosa, odeia essa palavra "religião", que para ele tem o ranço de uma experiência pretensiosa por imaginar-se ser possível "dobrar a Deus" através dos nossos próprios esforços, desprovida de vida e cheia de cerimonialismo. Por conta disso, ama o ideal reformado - e bíblico, diga-se de passagem - do "sacerdócio-universal", em que ninguém precisa de um intermediário para se chegar a Deus. E que o livre-exame das Escrituras, a Bíblia, para quem, essa "pecha" popularizada de um pretenso mistério e dificuldade, só serve para justificar o salário dos sacerdotes profissionais, de carteirinha e tudo.

Ah! Foi missionário em Inglaterra, uma terra que ama. Nem que seja pela excelente ajuda àqueles que pretendem ter uma vida regrada e santa: as mulheres são desprovidas de atrativos estéticos e a comida, péssima!!!

Vive já há 11 anos na região de Lisboa, para onde refugiou-se depois de algum tempo nessa tortura culinária em Inglaterra. Considerando-se um exilado culinário, veio com as suas duas filhas e a esposa para desenvolver projectos de carácter social e comunitário para Portugal e países africanos.

Mas como nem só de obra social vive o homem, Rubinho também desenvolveu por aqui algum trabalho de arte - se é que se pode chamar uma bruta sacanagem como o cartoon e a caricatura - o apontar os defeitos dos outros de... arte.

Ah! Como músico, é um virtuoso na cozinha onde inventa pratos e os deixa sujos, junto com tachos e panelas o que aliás, tanto mata a esposa de prazer como de raiva...

Tocou por 18 anos com a Banda Sal da Terra, junto dos quais, viajou por quase todo o Brasil e com quem ainda anda. Considera-se um génio da Flauta Transversal, a julgar pelo sucesso que faz junto ao seu neto Davi de 2 anos de idade (o mais novo, o Felipinho, com certeza, há de ser próximo a reconhecer o virtuosismo do avô, irreconhecido ainda pelo grande público).

Nesse blog, pretende-se compartilhar um pouco do que esse clérigo-cristão-reformado e socialista como se define, anda a fazer e a experimentar em terras européias, à partir da Lusitânia...

Depoimentos sobre ele...

"É um gênio, um homem encantador, um artista de talentos diversos. Para além dessas qualidades, o Rubinho é lindo". - Alfredina Rocha, mãe do próprio

"Pai, deixa de ser besta, pára de gastar dinheiro com essas bobagens e manda logo o meu!". - Raquel Pirola, filha, que vive em Londres, onde, apesar de dizer-se uma nova executiva bem sucedida, ainda vive às custas do pai.

"gergggrtjynb 6tyw5yhyndgh" - Davi Pirola Godoy, neto, de 2 anos de idade.

"..." - Felipe Pirola Godoy, o outro neto, de 5 meses, que preferiu ficar calado.


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