quinta-feira, 11 de setembro de 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

A sarça que não se consome...

Uma das melhores coisas é não precisar nunca de máscaras. 
Sou um homem cheio de cicatrizes, e isso é algo comum aos mortais. Todos as temos. Mas alguns não as podem esconder. 
Passei já por muitas lutas de conhecimento e domínio público nessa vida. 
Uso óculos e preciso de bengala pra andar. No mínimo isso me poupa de tentar mostrar o que não sou. E de me arvorar por juiz sobre as fraquezas dos outros ou usar isso como desculpas pra não crescer ou de melhorar como ser humano.

Pensando na tal sarça ardente que não se consumia, aquela que Moisés viu, me animo em me lembrar que APESAR DE, CONTUDO, TODAVIA, ENTRETANTO... Continuamos todos, mesmo com as nossas limitações, a permanecer sem sermos consumidos.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013